terça-feira, 9 de julho de 2013

Parada da Diversidade Sexual em Fortaleza


Já que a imprensaDa  não fala...A gente fala!



Na parada Gay, ops quis dizer na parada da diversidade. Ô costumerréi besta!

O que eu queria dizer mesmo é... Que Lindo! @s menin@s na beira do mar fazendo falas sobre liberdades de “ beijar homem, beijar mulher, beijar quem quiser”. Eram os cantos que as meninas dos Tambores de Safo puxavam e a galera respondia cantando também. Saindo um pouco da concentração a Parada da Diversidade entra cabeça adentro na avenida. Entra nada! porque a Prefeitura não liberou a rua ficamos parad@s, emperrad@s pelo transito e sem se contentar com essa do Prefeito...Os tambores foram na frente abrindo cortejo pro pessoal da diversidade passar. Daí que os nossos peitos foram aparecendo naturalmente de manifesto, são nossos corpos livres, orgânicos, diversos! Nessas horas sempre aparece uns/umas abestad@s querendo se aproveitar. Mas vê as meninas assim a vontade é a melhor resposta. Dá pra vê como é diferente das novelas e propagandas que mostram os peitos das mulheres o tempo inteiro a torto e a direita. Mostram assim como se estivesse a venda, peitos que vende de um tudo... cerveja, carro, maquiagem, perfume, comida, motos... enfim um monte de coisas! Ao contrário desses peitos que tão na rua e que não estão à venda porque “ se o corpo, se o corpo, se o corpo é da mulher ela dá pra quem quiser, inclusive pra outra mulher!  A nossa luta é todo dia, mulher não é mercadoria.” Entra! Entra! Entra na rua! As gentes foram entrando na avenida beira mar como se a rua fosse se arreganhando pra todo mundo passar. O batuque se diferenciando dos TUT’S, TUT’S. Docemente a galera dançava, cantava, tocava, ria, boemia, se divertia e se instalava na beira-mar. Como se a gente tivesse dizendo somos bonit@s do jeito que somos, gostando de quem quiser! Homem namorando homens tão delicadeza em abraçar, pegar na mão. Mulher beijando mulher se amando tão simples, lindeza total! O que me faz não entender como um INFELICIANO da vida que curar quem não está doente, ta mais vida do que nunca. É tão absurdo esse projeto Cura Gay que só tem uma explicação pra toda essa homofobia... quer aparecer só pode! Meu fie quer aparecer é?! Bota uma melancia no cu! Toma ! (Cura gay arquivada) Vai de novo bichim.

 (suricata sebosa)

domingo, 23 de junho de 2013

Arraiá do Cumpadi Tito ontem no ESCUTA (Espaço Cultural Frei Tito de Alencar).

Brincadeira da pescaria.
Quadrilha improvisada ao som do Regional do ESCUTA.
Quadrilha junina de meninas do ESCUTA.



Willham e Cadú
Luan como noivo da quadrilha.
Barraca de comidas típicas

Luan e Cadú

Carmosa, Lúcia e Seu Manoel


Três crianças da comunidade no Arraiá

quinta-feira, 28 de março de 2013

Eis o fanzine que circulou... é um estrala!



Mobilização para as oficinas...


A galera do Coletivo de Culturas Juvenis - CCJ Fortaleza na semana de 25 a 27 fez uma mobilização massa (!) para as oficinas que vão acontecer nos Bairros:  Jangurussu - no Parque Santa Maria e na entidade Ação e Trabalho e no João Paulo II na entidade Kolping Santos Martires; no Bom Jardim - No Parque São Vicente nas entidades Projeto Paz e no Educandario Santa Clara e na Granja Portugal na entidade Espaço Geração Cidadã (EGC); E no Pici nas entidades ESCUTA, GDFAM e na ACAD. As oficinas começarão no dia 8 de abril nos períodos da tarde e da manhã.

terça-feira, 12 de março de 2013

Oficina de Teatro no ESCUTA

Oficina será ministrada no Espaço Cultural Frei Tito de Alencar - ESCUTA...
O curso terá duração de três meses. Sempre aos sábados pela manhã.
Vamos trabalhar elementos do teatro do oprimido e do teatro épico.







O ESCUTA já tem uma historia no teatro, veja a m
atéria no programa Jornal da Manhã da TV Diário sobre a peça "Jogueiros - Guerreiros Novos" do Grupo ESCUTA de Teatro & Música:




segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Maracatu Nação Iracema



Yabá mandou pra Ialorixá
o seu adjá
Do ventre chão dessa terra mãe
fez brotar Emí
Abrindo os caminhos para fecundar a união
Africamerindia
Nanã, Iasã
Oxum, Iemanjá
Abrindo os caminhos para fecundar a união
Tem mocoróró carimã no ajuçá
ceci airumã.

Oraiêiê

As Yabás com seus mantos de estrelas
Entoam cânticos, loas, louvores
Curando magoas e os dissabores

Oraiêiê

A preta velha cozendo a Jurema
Resmunga loas Nação Iracema
Maracatu seu batuque em cena.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Feliz muquifagem!

Há dois anos atrás um grupo de pessoas se reuniu com uma vontade doida de fazer teatro sem muita burocracia de que assuntos discuti ou não. Então surgiu o Coletivo Muquifo que vive até hoje. Gente que acredita que pra fazer teatro de rua não precisa de muitas coisas... Somos artistas de rua, da nossa rua. Não vamos ao centro e praia mendigar nossa arte. Vamos la quando precisamos trabalhar. E fazemos teatro nas nossas ruas de periferias e sertões.

Tentativas que precisam ser inventadas de coletividade. No coletivo não é só flores, tem as pragas no meio do jardim. Mas catamos as pragas para que a gente possa florir. Nos negamos a deixar pra lá. Já que fazemos teatro e música então queremos com aquilo que acreditamos. Coletivos em si.

"Dança não é minino
Dança não é pra rapaz
Dança é pra essa gente
que não quer mais sofrer mais."
(coco popular do ceará)